sábado, 20 de dezembro de 2008

Vi a cara da maldade e me assustei...

Pensei o que seria eu
sem conhece-la...

Mas quão é inocente
o 'isso' ou 'aquilo'
sem fundamento
sem a profundidade
de enxergar um pouquinho mais além...

Quão prolixo
Quão pequeno
Imaturo e vil...
Deixar-se diminuir para diminuir
Deixar-se pensar
que o mundo
esta embaixo da planta dos proprios pés
onde e só onde se pode pisar

Engano! Engano!

Tão infeliz essa cara
Incompleta e felina
As garras afiadas
prontas para ferir...

Não foi coincidencia
O acaso não se encarrega
de abrir a brecha
nem de fazer
o casamento com a dor

Foi 'ela'
que partiu do coração de alguém
simplismente infeliz...

Pequenininha
nem tens lugar nesse mundo!

Adeus!

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