(...)
Nada de poesia
nada de qualquer coisa circular
nada de fonética bem-feita
nada... nada...
...são apenas as letras de construção!
Adeus velho amigo
nada quero de volta
PASSADO
passou, adeus!
retissencias para que?
Os sonetos que deixei a ti
muito deixei de mim
muito mais que deveria
marcado, fragmentado
mas muito mais teu que meu...
retissencias para que?
sou eu o ponto...
é teu o pretexto para se sentir melhor
melhor do que a falta que as horas atras te fazem
a falta da minha poesia errante
por vezes dramatica demais
mas única... e necessária aos teus ouvidos!
sou eu o teu ponto noturno...
o não sendo um 'sim'
o efeito retardado
o delírio cheirando a flor
as retissencias deixo-as ao relento
ao sopro de mais um dia qualquer...
(...)
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