terça-feira, 9 de dezembro de 2008

(...)

Nada de poesia
nada de qualquer coisa circular
nada de fonética bem-feita
nada... nada...

...são apenas as letras de construção!

Adeus velho amigo
nada quero de volta
PASSADO
passou, adeus!

retissencias para que?

Os sonetos que deixei a ti
muito deixei de mim
muito mais que deveria
marcado, fragmentado
mas muito mais teu que meu...

retissencias para que?

sou eu o ponto...

é teu o pretexto para se sentir melhor
melhor do que a falta que as horas atras te fazem
a falta da minha poesia errante
por vezes dramatica demais
mas única... e necessária aos teus ouvidos!

sou eu o teu ponto noturno...

o não sendo um 'sim'
o efeito retardado
o delírio cheirando a flor

as retissencias deixo-as ao relento

ao sopro de mais um dia qualquer...

(...)

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