quarta-feira, 1 de abril de 2009

meus dedos estão dormentes e frios
descalços
nus
e sombrios...

minhas ilusões perdidas
no tempo espaço
na dor
no frio dos teus olhos...

minhas mãos
sós
sangrando ainda a perda
da minha verdade

aplaudem por hora
as mentiras
o chão perdido...
...a porta ficou aberta
não moro mais...

onde será
onde estarão
minhas digitais
- de mentira -
- de verdade -
sem respostas
sem volta
?

um verbete assim
quase sem jeito
obscuro
não mais segredo
mas vazio...

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