
Dona moça-doida
tem um Senhor meio invocado
perdido nele mesmo
tentando tentativas de se achar
na doidice dela
Eita meu Senhor,
não faz mal um cheirinho de vida!
Não faz mal uma dose de pinga ao fim da tarde
só pra ver dona moça-doida
dançar, mesmo, com os olhos fechadinhos
sob o amarelar de uma tarde quente e sozinha
Ela precisa dessa dança, dessa pinga pra ficar mais proxima da alegria.
Na sua formosura, deixar nos seus labios
um gosto doce de saudade.
Deixa que a doidice que só pertence a ela
leve-o para atras daquele morro.
Lá por tras de onde o vento nem se atreve a passar.
Lá onde entre as coxas te fara sorrir...
Seu moço dos olhos descrentes, que parece que esqueceu como se ri,
Escuta aquela musica que enchia teu coração
de anos atras.
Escuta os passos daquela moça-doida que sabe como ninguem
fazer de dois o numero um.
Auscuta o coração dela que de teimosia não esquece
nem por um so dia, de bater...
Deixa ela vez ou outra espiar pela janela grande
aquele roçado verde e cheio de flor pra se cheirar
e cheio de fruta pra se comer
mesmo que seja com os olhos redondos e arregalados
de vontade, de desejo de voar.
E ela se prenderá no teu pescoço
como uma menina que só quer um colo pra deitar...
É nesse mundo tão particular de sonhos loucos
de fantasias que lhe parecem impossiveis
que se encontram e desencontram os caminhos, os amores e os olhares...
... e é desse modo livre de vestir-de de saia rodada, cabelos rebeldes,
mãos frias e suadas, mordendo levemente os labios
que ela percorre em si
para achá-lo...
tem um Senhor meio invocado
perdido nele mesmo
tentando tentativas de se achar
na doidice dela
Eita meu Senhor,
não faz mal um cheirinho de vida!
Não faz mal uma dose de pinga ao fim da tarde
só pra ver dona moça-doida
dançar, mesmo, com os olhos fechadinhos
sob o amarelar de uma tarde quente e sozinha
Ela precisa dessa dança, dessa pinga pra ficar mais proxima da alegria.
Na sua formosura, deixar nos seus labios
um gosto doce de saudade.
Deixa que a doidice que só pertence a ela
leve-o para atras daquele morro.
Lá por tras de onde o vento nem se atreve a passar.
Lá onde entre as coxas te fara sorrir...
Seu moço dos olhos descrentes, que parece que esqueceu como se ri,
Escuta aquela musica que enchia teu coração
de anos atras.
Escuta os passos daquela moça-doida que sabe como ninguem
fazer de dois o numero um.
Auscuta o coração dela que de teimosia não esquece
nem por um so dia, de bater...
Deixa ela vez ou outra espiar pela janela grande
aquele roçado verde e cheio de flor pra se cheirar
e cheio de fruta pra se comer
mesmo que seja com os olhos redondos e arregalados
de vontade, de desejo de voar.
E ela se prenderá no teu pescoço
como uma menina que só quer um colo pra deitar...
É nesse mundo tão particular de sonhos loucos
de fantasias que lhe parecem impossiveis
que se encontram e desencontram os caminhos, os amores e os olhares...
... e é desse modo livre de vestir-de de saia rodada, cabelos rebeldes,
mãos frias e suadas, mordendo levemente os labios
que ela percorre em si
para achá-lo...
[confiando que o diz-credito desse senhor um dia chegue a ser a-credito, apenas a-mor...]
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